" Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio e a verdade me é revelada."
Intuição linear equivocamente denominada de meditação...
09 março 2009
28 fevereiro 2009
Quem tem um Mestre tem tudo!
foto Sara Garcia - menina madrugada
Quem pode ser díscipulo
O Kulárnava Tantra ensina:
"O Guru deve desistir de tomar como discípulo o discípulo de outro, o que instiga aos demais, o que é dado a fazer o proibido e omitir o que se lhe recomenda, o que divulga segredos, o que está sempre empenhado em buscar falhas nos outros, o que é ingrato, traiçoeiro, desleal ao seu Mestre, o que está sempre querendo exigir, o que decepciona a todos, o que é orgulhoso, o que se crê melhor de todos, o insincero, de raciocínio incorrecto, que gosta de brigar, rebate aos demais sem razão, o indigno de confiança, que fla mal das pessoas por trás, o que fala como um brahmane conquanto não tenha esse conhecimento, plagiador, condenado por todos, aquele que é duro, traidor do seu Mestre, que se engana a si mesmo, que incita a coisas falsas, dado aos ciúmes, intoxicação (por drogas), egoísmo, de mente ciumenta, dura e colérica, instável, criador de confusão, sem paz nem conduta correcta, que faz zombaria das palavras do seu Mestre, amaldiçoado por um Guru, esses são os que deve rejeitar."
O Kulárnava Tantra também cita as qualidade:
"O discípulo escolhido deve estar dotado de boas qualidades. Deve ser alguém digno de confiança, não intoxicado (por drogas), serviçal, não dado a atacar os outros, com aversão a ouvir louvores a si próprio, porém genial perante as críticas, deve ser alguém que fale do Guru, sempre na proximidade do Guru, agradável ao Guru, constantemente ocupado em seu serviço, com mente, palavras e corpo; que cumpre as ordens do Guru; que difunde as glórias do Guru; conhecedor da autoridade da palavra do Guru; que segue as intenções do Guru; que actua como um servidor do Guru; sem orgulho de classe social, honra ou riqueza e presença do Guru; que não cobiça os bens do Guru." in Escala Evolutiva, DeRose
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Filosofia
21 fevereiro 2009
Valorizar
Há coisas que não entendo, certamente são muitas, mas hoje estou indignada com apenas uma! Já há uns tempos que ando a pensar nela e hoje parece que explodiu... Como se a última gota de água tivesse sido colocada no meu imenso copo de paciência e compreensão.
Não percebo, nem quero entender (desculpem o meu ego...) o facto de as pessoas não valorizarem o outro só por valorizar, sem que ele peça, sem que ele grite: ouve lá, não achas que valho mais do que isso?!?!
Esta necessidade constante de querer que o outro se humilhe, que suplique um pouco mais, é deveras irritante. Só que o mais incrível é que aqueles que se contentam com pouco, que são felizes simplesmente por que sim, são tão pouco valorizados, por norma até são sugados para o fim de um túnel como se eles nada fossem apenas porque são felizes e têm em si o gene de santôsha! Enquanto os outros que se enaltecem que dizem fazer mais do que fazem, que obrigam os outros a dizerem: sim és o/a maior/a! levam sempre mais um trunfo, mais uma palavra ou mais uma atenção!
Que sociedade esta... que quase consegue corromper aqueles que não se enquadram no seu padrão de aparência...
Dizia-me um amigo meu, noutro dia: se te contentas com uma flor quem é que te dará um ramo de flores?! Que confusão que isto me faz... Não sei se me consigo adaptar a esta perspectiva de vida, se este é o mundo em que quero viver...
A sorte é que continuo assim:
foto de Joel Bessa
Não percebo, nem quero entender (desculpem o meu ego...) o facto de as pessoas não valorizarem o outro só por valorizar, sem que ele peça, sem que ele grite: ouve lá, não achas que valho mais do que isso?!?!
Esta necessidade constante de querer que o outro se humilhe, que suplique um pouco mais, é deveras irritante. Só que o mais incrível é que aqueles que se contentam com pouco, que são felizes simplesmente por que sim, são tão pouco valorizados, por norma até são sugados para o fim de um túnel como se eles nada fossem apenas porque são felizes e têm em si o gene de santôsha! Enquanto os outros que se enaltecem que dizem fazer mais do que fazem, que obrigam os outros a dizerem: sim és o/a maior/a! levam sempre mais um trunfo, mais uma palavra ou mais uma atenção!
Que sociedade esta... que quase consegue corromper aqueles que não se enquadram no seu padrão de aparência...
Dizia-me um amigo meu, noutro dia: se te contentas com uma flor quem é que te dará um ramo de flores?! Que confusão que isto me faz... Não sei se me consigo adaptar a esta perspectiva de vida, se este é o mundo em que quero viver...
A sorte é que continuo assim:
foto de Joel Bessa
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