Sorri e o Mundo Sorri Contigo por Luísa Sargento

09 março 2009

De Albert Einstein

" Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio e a verdade me é revelada."

Intuição linear equivocamente denominada de meditação...

28 fevereiro 2009

Quem tem um Mestre tem tudo!


foto Sara Garcia - menina madrugada

Quem pode ser díscipulo
O Kulárnava Tantra ensina:

"O Guru deve desistir de tomar como discípulo o discípulo de outro, o que instiga aos demais, o que é dado a fazer o proibido e omitir o que se lhe recomenda, o que divulga segredos, o que está sempre empenhado em buscar falhas nos outros, o que é ingrato, traiçoeiro, desleal ao seu Mestre, o que está sempre querendo exigir, o que decepciona a todos, o que é orgulhoso, o que se crê melhor de todos, o insincero, de raciocínio incorrecto, que gosta de brigar, rebate aos demais sem razão, o indigno de confiança, que fla mal das pessoas por trás, o que fala como um brahmane conquanto não tenha esse conhecimento, plagiador, condenado por todos, aquele que é duro, traidor do seu Mestre, que se engana a si mesmo, que incita a coisas falsas, dado aos ciúmes, intoxicação (por drogas), egoísmo, de mente ciumenta, dura e colérica, instável, criador de confusão, sem paz nem conduta correcta, que faz zombaria das palavras do seu Mestre, amaldiçoado por um Guru, esses são os que deve rejeitar."

O Kulárnava Tantra também cita as qualidade:
"O discípulo escolhido deve estar dotado de boas qualidades. Deve ser alguém digno de confiança, não intoxicado (por drogas), serviçal, não dado a atacar os outros, com aversão a ouvir louvores a si próprio, porém genial perante as críticas, deve ser alguém que fale do Guru, sempre na proximidade do Guru, agradável ao Guru, constantemente ocupado em seu serviço, com mente, palavras e corpo; que cumpre as ordens do Guru; que difunde as glórias do Guru; conhecedor da autoridade da palavra do Guru; que segue as intenções do Guru; que actua como um servidor do Guru; sem orgulho de classe social, honra ou riqueza e presença do Guru; que não cobiça os bens do Guru." in Escala Evolutiva, DeRose

21 fevereiro 2009

Valorizar

Há coisas que não entendo, certamente são muitas, mas hoje estou indignada com apenas uma! Já há uns tempos que ando a pensar nela e hoje parece que explodiu... Como se a última gota de água tivesse sido colocada no meu imenso copo de paciência e compreensão.

Não percebo, nem quero entender (desculpem o meu ego...) o facto de as pessoas não valorizarem o outro só por valorizar, sem que ele peça, sem que ele grite: ouve lá, não achas que valho mais do que isso?!?!

Esta necessidade constante de querer que o outro se humilhe, que suplique um pouco mais, é deveras irritante. Só que o mais incrível é que aqueles que se contentam com pouco, que são felizes simplesmente por que sim, são tão pouco valorizados, por norma até são sugados para o fim de um túnel como se eles nada fossem apenas porque são felizes e têm em si o gene de santôsha! Enquanto os outros que se enaltecem que dizem fazer mais do que fazem, que obrigam os outros a dizerem: sim és o/a maior/a! levam sempre mais um trunfo, mais uma palavra ou mais uma atenção!

Que sociedade esta... que quase consegue corromper aqueles que não se enquadram no seu padrão de aparência...

Dizia-me um amigo meu, noutro dia: se te contentas com uma flor quem é que te dará um ramo de flores?! Que confusão que isto me faz... Não sei se me consigo adaptar a esta perspectiva de vida, se este é o mundo em que quero viver...

A sorte é que continuo assim:
foto de Joel Bessa