Estou farta das tecnologias, hoje apetece-me estar contra elas!
Bem sei que são fantásticas que nos aproximam dos que estão longe, mas distanciam-nos daqueles que estão perto e isso perturba-me...
Quando ainda não havia telemóveis, nem Internet, tínhamos de correr para estar juntos, tínhamos de lutar, inventar desculpas para estarmos com aqueles de quem gostávamos, esforçavamo-nos para termos tempo para aqueles que amávamos, corríamos para estarmos mais um segundo na presença daquela pessoa, para lhe tocarmos, sentirmos o seu cheiro, ouvir a sua voz, cruzar o nosso olhar com o seu, sei lá... Vivíamos muito mais a pessoa com a pessoa, éramos mais pessoas...
Enfim, apesar disso têm o seu lado positivo, mas hoje apeteceu-me embirrar com as tecnologia e já me esquecia aquela invasão constante do nosso espaço, da nossa liberdade, quanto a isso há uma solução: desligar o telemóvel e/ou o computador lolol
02 junho 2009
01 junho 2009
Não tenho muito para dizer...
Hoje é dia da criança - já todos sabem, um dia que como todos aqueles que festejamos uma vez por ano e que deveríamos festejar todos os dias, enfim... mas vale a pena festejá-lo, uma vez que seja, em cada ano para não nos esquecermos da criança que existe dentro de nós, se é que existe alguma aí dentro...
Eu sou e adoro ser criança, há tempo para tudo: para ser adulto e não perder a inocência e a ingenuidade típica das crianças!
Adoro andar de baloiço; brincar no parque quando me deixam, sim porque noutro dia veio o tal de responsável do Parque do Moinhos e não me deixou andar naquele "carrocel", aquela coisa que anda à roda; dançar sem parar; correr e rebolar na relva ou na areia da praia...
Amo sorrir simplesmente porque sim, mesmo que ninguém perceba a razão... Observar a natureza e ver coisas que mais ninguém vê... Imaginar, celebrar a vida vivendo cada segundo como se de uma brincadeira se tratasse, uma brincadeira bem séria, porque o são todas as brincadeiras de criança, apesar de a maior parte dos adultos estar sempre a retirar a importância de tudo aquilo que as crianças dizem ou sentem.
Hoje apetece mesmo soltar esta criança que aqui está...
Estas são algumas das músicas que me marcaram, muitas outras ainda me fazem chorar quando as oiço mas não as encontrei no youtube...
Enfim, que as crianças de hoje nunca esqueçam a verdadeira essência de ser criança e que guardem no seu coração cada um desses pormenores para mais tarde recordarem e utilizarem em cada um dos momentos da sua vida adulta...
Eu sou e adoro ser criança, há tempo para tudo: para ser adulto e não perder a inocência e a ingenuidade típica das crianças!
Adoro andar de baloiço; brincar no parque quando me deixam, sim porque noutro dia veio o tal de responsável do Parque do Moinhos e não me deixou andar naquele "carrocel", aquela coisa que anda à roda; dançar sem parar; correr e rebolar na relva ou na areia da praia...
Amo sorrir simplesmente porque sim, mesmo que ninguém perceba a razão... Observar a natureza e ver coisas que mais ninguém vê... Imaginar, celebrar a vida vivendo cada segundo como se de uma brincadeira se tratasse, uma brincadeira bem séria, porque o são todas as brincadeiras de criança, apesar de a maior parte dos adultos estar sempre a retirar a importância de tudo aquilo que as crianças dizem ou sentem.
Hoje apetece mesmo soltar esta criança que aqui está...
Estas são algumas das músicas que me marcaram, muitas outras ainda me fazem chorar quando as oiço mas não as encontrei no youtube...
Enfim, que as crianças de hoje nunca esqueçam a verdadeira essência de ser criança e que guardem no seu coração cada um desses pormenores para mais tarde recordarem e utilizarem em cada um dos momentos da sua vida adulta...
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Sociedade
29 maio 2009
Chiado
Trabalhar no Chiado tem aspectos maravilhosos como também tem os seus opostos...

Uma das zonas de Lisboa que eu mas gosto com os seus contrastes: a diversidade cultural que aqui anda...
Espectáculos para todos os gostos: as peças de teatro, as óperas, os concertos, as festas, o convívio, as lojas de acessórios fantásticos, as manifestações e os sem-abrigo que aqui vivem... A pobreza meia disfarçada pela exuberância de quem preenche esta zona tão típica de Lisboa.
Quem simplesmente passar por aqui e não olhar o que está à sua volta, não vê aquilo que deveria ser visto: aqueles que pedem e dormem todos os dias no chão da rua, nalgum espaço mais ou menos abrigado e hipoteticamente escondido...
Alguns vivem assim porque preferem, mas a maioria, certamente, sobrevive neste espaço egoisticamente criado por nós... Uns sucumbem à loucura, outros refugiam-se no álcool, nas drogas que lhes permitem ver outra realidade que não aquela a que estão habituados, mas sinceramente eu preferia que todos tivéssemos acesso a uma vida condigna.

Uma das zonas de Lisboa que eu mas gosto com os seus contrastes: a diversidade cultural que aqui anda...
Espectáculos para todos os gostos: as peças de teatro, as óperas, os concertos, as festas, o convívio, as lojas de acessórios fantásticos, as manifestações e os sem-abrigo que aqui vivem... A pobreza meia disfarçada pela exuberância de quem preenche esta zona tão típica de Lisboa.
Quem simplesmente passar por aqui e não olhar o que está à sua volta, não vê aquilo que deveria ser visto: aqueles que pedem e dormem todos os dias no chão da rua, nalgum espaço mais ou menos abrigado e hipoteticamente escondido...
Alguns vivem assim porque preferem, mas a maioria, certamente, sobrevive neste espaço egoisticamente criado por nós... Uns sucumbem à loucura, outros refugiam-se no álcool, nas drogas que lhes permitem ver outra realidade que não aquela a que estão habituados, mas sinceramente eu preferia que todos tivéssemos acesso a uma vida condigna.
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