Sorri e o Mundo Sorri Contigo por Luísa Sargento

14 julho 2011

Brihadaranyaka Upanishad

1:3:28

Asatoma sadgamaya
Tamasoma jyotirgamaya
Mrityorma amritamgamaya
ÔM shantih shantih santih



Oh Supremo Ser,
Guia-nos do irreal para o real,
Das trevas para a luz,
E da morte para a imortalidade.
ÔM Paz, Paz, Paz


Esta Upanishad (escritura de comentário aos Vêdas) pertence ao bloco Yajur Vêda que, por sua vez, está incluído na tradição Shruti com mais de cinco mil anos e que é anterior a Smriti com apenas cerca de dois mil anos, tradição na qual se incluem textos como o Mahabhárata.

14 junho 2011

Salada de Fruta

Quem disse que a fruta do amor era a banana, estava enganado...

Quem disse que deveria procurar a outra metade da laranja, ainda mais enganado estava...

Esta sim é a fruta do amor:

estás completo contigo sozinho mas partilhas a tua vida com aquele que amas!!! Ligado pelo sentimento que vos une! Quer estejas longe ou perto!!!

E sim, até pode ser que alguém venha e te coma separadamente mas, certamente, dentro do seu estômago te unirás com a tua completa metade...

Quem quer fresquinhas e da época: Cerejas, a melhor fruta do ano!!!...

30 maio 2011

Continuando a amar... ;)

«O amor é algo de eterno, faz parte da eternidade. Se você crescer, se você conhecer a arte e aceitar as realidades da vida de amor, então ele continuará a crescer todos os dias. O casamento torna-se uma oportunidade de crescer em amor. (...) O que é que eu entendo por "realmente amor"? Entendo que, só de estar na presença do outro, você sente-se subitamente feliz, só por estarem juntos você entra em êxtase, só a simples presença do outro satisfaz algo de profundo no seu coração...Alguma coisa começa a cantar no seu coração, você entra em harmonia. Só a simples presença do outro o ajuda a estarem juntos, você torna-se mais individual, mais concentrado, mais enraizado. Então isso é amor. O amor não é uma paixão, o amor não é uma emoção. O amor é uma compreensão muito profunda de que, de certo modo, alguém o completa a si. Alguém faz de si um círculo completo. A presença do outro faz realçar a sua presença. O amor dá-lhe a liberdade de ser você mesmo; não possessivo. (...) O amor conhece princípio, mas não conhece o fim.» Osho, Maturidade, A importância de ser autêntico.